Brasil.
Quinta-feira, 07 de maio de 2026.
10:00 da manhã.
Esse caso pra mim é igualzinho ao do Guilherme Caramês. Não sei se com o mesmo desfecho. Mas é bem semelhante. Esse caso da Patrícia Requena, porém, teve testemunhas e pistas e não resta dúvidas: Ela foi levada. A investigação foi falha. É muita desumanidade tirar uma criança assim de uma mãe. E não tem arrependimento, nem pedido de perdão que consertem esse erro, esse crime, e devolvam o tempo perdido sem a presença da mãe e da criança na vida uma da outra! É revoltante e ninguém no mundo tem esse direito!
Esse é só um dos muitos rostos pequenos que foram tirados do convívio com sua família! O desaparecimento tem muitos rostos. Pretos, indígenas e brancos.
“✨ O mistério que atravessa gerações: O desaparecimento de Patrícia Requena.
Em 17 de junho de 1994, a pequena Patrícia Requena, de apenas 5 anos, desapareceu sem deixar rastros na Cidade Tiradentes, Zona Leste de São Paulo.
👧 Era uma manhã fria de sexta-feira. Patrícia, animada, desceu do apartamento para brincar no pátio com as outras crianças do prédio. A mãe, Lucélia, estava em casa quando percebeu que fazia tempo que não ouvia a voz da filha.
Preocupada, ela foi até o pátio — e Patrícia já não estava mais lá.
“Quando eu vi que ela não estava no apartamento da Cláudia, que era na mesma escada que a minha, comecei a ficar apavorada”, relembra Lucélia.
😰 Ela procurou pelos vizinhos, pelas amigas da filha, subiu e desceu as escadas do prédio, chamando por Patrícia em todos os cantos. Nenhuma resposta.
A amiguinha de Patrícia contou que a havia deixado sentadinha brincando enquanto foi tomar água. Quando voltou, ela tinha sumido.
Lucélia, tomada pelo desespero, pensou que talvez a filha tivesse ido até à feira sozinha.
“Eu falei tanto da feira naquele dia… fui correndo até lá, achando que ela poderia ter ficado com isso na cabeça dela. Mas não encontrei nada.”
👀 De volta ao condomínio, Lucélia juntou moradores e começou uma busca por todo o bairro. Foi quando uma vizinha contou que viu um carro vermelho sair cantando pneus da frente do prédio.
“Ela disse que foi tão rápido que nem conseguiu anotar a placa”, lembra Lucélia.
Mas o detalhe que mais a abalou veio logo em seguida: o filho da vizinha, de apenas 3 anos, também afirmou ter visto algo.
“Eu vi a Patrícia entrar num carro cor de sangue, Lu.”
💔 Essa frase nunca saiu da cabeça de Lucélia. A polícia foi acionada, buscas foram feitas nas redondezas, cartazes espalhados — mas nenhum sinal da menina foi encontrado.
Os anos se passaram, e o caso caiu no esquecimento das autoridades, mas não no coração da mãe.
Lucélia ainda acredita que um dia vai saber o que aconteceu com sua filha.
📅 Já se vão mais de 30 anos desde o desaparecimento de Patrícia Requena, e o caso continua sem solução.
👁️ Alguém sabe o que aconteceu com a menina de 5 anos que sumiu sem deixar rastros?” — Detetive Mari Batista no facebook.
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