Brasil.
Sábado, 27 de junho de 2026.
03:00 da tarde.
Na quarta-feira passada, 24 de junho, enquanto às 07:00 da noite (horário oficial do Brasil) ocorria o jogo entre as seleções do Brasil e da Escócia pela Copa do Mundo e muitos venezuelanos acompanhavam a transmissão da partida, dois terremotos estremeceram a Venezuela causando destruição, medo, desespero, dor e morte no país. Cerca de cinco ou seis terremotos abalaram a região conhecida como Círculo de Fogo e o Caribe em menos de 24 horas naquele dia, atingindo, além da Venezuela, que foi o país mais afetado com tremores mais fortes, o Japão, as Filipinas, a Nova Guiné e a Califórnia, nos Estados Unidos. Aqui na minha região no Centro-Oeste brasileiro, incluindo o DF e cidades do Entorno, na hora do jogo e no momento do abalo na Venezuela lembro que choveu forte. Os tremores na Venezuela foram sentidos também na Colômbia, em algumas partes do Norte do Brasil, nos estados do Pará, Amazonas e Roraima, além de haver relatos de moradores que sentiram a terra tremer em cidades de Goiás e do Mato Grosso, aqui no Centro-Oeste.
Eventos e ocorrências de grande proporção em um país não envolvem mais apenas pessoas nativas daquela nação, mas pessoas de outras nacionalidades vivendo naquele país também. Duas das vítimas confirmadas na tragédia após os terremotos que assolaram a Venezuela na quarta-feira são um casal de brasileiros, sendo a mulher pertencente ao Gama, no Distrito Federal, Vanessa Zacarias da Silva, que estava vivendo havia dois meses no país com o namorado venezuelano, a outra vítima brasileira, um homem, Romildo Batista de Lima, era um pastor de Minas Gerais. Um senhor português, Manuel Sardinha, também perdeu todos os seis membros da família no desastre. Uma mãe portuguesa, Patrícia Muller Pires, e suas duas filhas adolescentes, Eleana e Verónica, também faleceram no abalo sísmico em meio às cerca de 28 vítimas portuguesas e luso-descendentes fatais confirmadas até então. Outras vítimas estrangeiras são de origem chinesa, espanhola e ítalo-venezuelana. Estima-se que haja entre 50 e 100 mil vítimas mortas nesta tragédia que se abateu na Venezuela.
O presidente daqui do Brasil, Lula, já enviou apoio humanitário à Venezuela, incluindo bombeiros que ajudaram nas buscas das vítimas do grande terremoto na Turquia e na Síria em 2023, e outros países prometeram ajudar e já estão ajudando também no que for necessário para fazer a Venezuela se reerguer.
No dia seguinte, quinta, 25, até ontem, sexta, 26 de junho, novos tremores de terra com menos intensidade voltaram a ser sentidos no país e em outros países da América Central e do Sul, como Porto Rico, Nicarágua, República Dominicana e Equador. Hoje, sábado, 27, um terremoto atingiu o Afeganistão e outro novamente a Venezuela.
Essa postagem ainda será editada para inclusão de imagens.
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