Dicas de leitura, rádio e teleproduções, divulgação de projetos, divulgação do meu trabalho artístico-literário, causas sociais e humanitárias, produções informativas, notícias literárias, dicas de saúde e outras dicas. Um blog diverso e em combate ao racismo. Para melhor experiência por aqui, sugiro a navegação pela versão web/computador.
quarta-feira, 19 de abril de 2023
Dia Nacional do Livro Infantil - 2023.
Quem escreve esse blog é uma jovem mulher negra, afrodescendente e descendente indígena de 32 anos que luta contra o racismo! Se você é de direita, seguidor/a, apoiador/a e eleitor/a bolsonarista ou de tipos assim, contra a luta antirracista, favor não seguir, não acompanhar, não comentar nesse blog e não interagir comigo! Aqui você não terá lugar de fala. Não será ouvida/o. Será silenciada/o. Mesmo que não tenha lado político, pois não adianta também não ter lado político e estar do lado errado da História, tender a ser do lado de estadista que não governa para o povo! Precisamos nos posicionar! Escolher uma causa pela qual lutar! Eu escolhi a negra e a indígena! E faço da minha escrita e dos meus espaços na internet os meus instrumentos de luta! Se você é alguém que está à procura de dicas literárias, quer conhecer o meu trabalho como escritora, divulgadora de literatura, principalmente de escritores negros e indígenas, e comunicadora, crítica social, e de quebra aprender um pouco sobre ou contribuir e participar ativamente na luta antirracista, trocar aprendizados, inspirar e se inspirar, seja bem-vinda/o, pode ficar. Eu te convido a seguir o blog.
3 comentários:
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Oi, Rose!
ResponderExcluirQue post interessante! Obrigada por divulgar!
E feliz dia atrasado do livro infantil por aí!
Sobre o último comentário que fez no meu blog no post sobre estruturas de enredo, confesso que fiquei surpreendida. Não estrutura as ideias? Elas só fluem, escreve e vai seguindo? Elas seguem em sequência? Fiquei curiosa para entender melhor.
Boa sexta!
Oi, Diana.
ExcluirQue legal que você se interessou pelo que eu falei lá no post do seu blog! 🙂
Se for uma história, um enredo narrativo, inicialmente eu me preocupo com o início, meio e fim da história, que é a estrutura de três atos e também jornada do herói, não é?, eu começo seguindo essa sequência, embora haja livros que não seguem essa sequência, que começa pelo fim ou pelo meio, eu já ouvi falar. Então, sim, eu sigo uma sequência. E sigo também os elementos narrativos, que são narrador, personagens, enredo, tempo, espaço e discurso. Eu me preocupo em que ano e em que lugar vão se passar as minhas histórias. No mais, eu deixo tudo fluir na minha mente enquanto eu estou fazendo outras atividades e vou escrevendo, o mais rápido possível, porque se eu demorar muito eu esqueço, vêm outras ideias e embaralha tudo na minha mente, palavras mudam dentro de uma frase que me veio à mente e que eu queria escrever porque me pareceu e seria interessante de compartilhar.
No começo quando eu comecei a escrever, houve um tempo em que eu sentava para escrever, eu fui pra biblioteca onde eu fazia um curso na época algumas vezes em horário livre para escrever, sentar e ficar esperando e forçando as ideias aparecerem. Aconteceu em 2020 quando eu quis e comecei a escrever uma história, eu estava muito sem ideias, mas eu queria e precisava escrevê-la e me forcei a escrever, me torturei um pouco. Então acontece às vezes de sentar para escrever, acho que é quando eu quero escrever, mas estou sem ideias, as ideias não saem, não fluem, mas não é o meu normal. Eu prefiro me deixar livre e não me forçar. Eu não tenho uma boa sensação quando eu sento e me forço a escrever. Acontece mais das ideias virem e eu vou escrevendo e pouca coisa eu descarto dessas ideias que surgem. Mas aquelas estruturas narrativas recomendadas pelos grandes mestres da literatura eu não sigo, muitas eu nem devo conhecer. Talvez eu esteja usando algumas sem perceber ou saber, pode ser, mas não planejo usá-las e se eu uso alguma sem perceber ou conhecer eu prefiro não saber, porque acredito que isso mais pode interferir na minha escrita e atrapalhar do que me ajudar. Vai me fazer ter crise na escrita e bloqueio criativo. Vai moldar a minha escrita, vai domar e represar, limitar, e eu não quero molde.
Às vezes as ideias vêm quando eu estou sentada, escrevendo ou revisando aquele ou outro texto, aí eu escrevo, e não interefere muito ou nada naquele outro texto no qual eu estava trabalhando. Eu me preocupo mais não em seguir uma estrutura narrativa. Eu me preocupo mais com o gênero da história e sigo por aí, e daí eu começo. Na vida eu gosto de seguir regras (é bom que existam regras para a organização do mundo e boa convivência), mas na escrita eu não gosto muito, não. E depois, a estrutura dos três atos é a mais comum e utilizada, não é? Eu uso sem nem pensar que estou usando e sai de forma natural, como se não existisse.
Então respondendo à sua pergunta, é a dos três atos, mas é só. Começo, meio e fim sempre.
Bom domingo! 💐🎈
Oi, Diana.
ExcluirQue legal que você se interessou pelo que eu falei lá no post do seu blog! 🙂
Se for uma história, um enredo narrativo, inicialmente eu me preocupo com o início, meio e fim da história, que é a estrutura de três atos e também jornada do herói, não é?, eu começo seguindo essa sequência, embora haja livros que não seguem essa sequência, que começa pelo fim ou pelo meio, eu já ouvi falar. Então, sim, eu sigo uma sequência. E sigo também os elementos narrativos, que são narrador, personagens, enredo, tempo, espaço e discurso. Eu me preocupo em que ano e em que lugar vão se passar as minhas histórias. No mais, eu deixo tudo fluir na minha mente enquanto eu estou fazendo outras atividades e vou escrevendo, o mais rápido possível, porque se eu demorar muito eu esqueço, vêm outras ideias e embaralha tudo na minha mente, palavras mudam dentro de uma frase que me veio à mente e que eu queria escrever porque me pareceu e seria interessante de compartilhar.
No começo quando eu comecei a escrever, houve um tempo em que eu sentava para escrever, eu fui pra biblioteca onde eu fazia um curso na época algumas vezes em horário livre para escrever, sentar e ficar esperando e forçando as ideias aparecerem. Aconteceu em 2020 quando eu quis e comecei a escrever uma história, eu estava muito sem ideias, mas eu queria e precisava escrevê-la e me forcei a escrever, me torturei um pouco. Então acontece às vezes de sentar para escrever, acho que é quando eu quero escrever, mas estou sem ideias, as ideias não saem, não fluem, mas não é o meu normal. Eu prefiro me deixar livre e não me forçar. Eu não tenho uma boa sensação quando eu sento e me forço a escrever. Acontece mais das ideias virem e eu vou escrevendo e pouca coisa eu descarto dessas ideias que surgem. Mas aquelas estruturas narrativas recomendadas pelos grandes mestres da literatura eu não sigo, muitas eu nem devo conhecer. Talvez eu esteja usando algumas sem perceber ou saber, pode ser, mas não planejo usá-las e se eu uso alguma sem perceber ou conhecer eu prefiro não saber, porque acredito que isso mais pode interferir na minha escrita e atrapalhar do que me ajudar. Vai me fazer ter crise na escrita e bloqueio criativo. Vai moldar a minha escrita, vai domar e represar, limitar, e eu não quero molde.
Às vezes as ideias vêm quando eu estou sentada, escrevendo ou revisando aquele ou outro texto, aí eu escrevo, e não interefere muito ou nada naquele outro texto no qual eu estava trabalhando. Eu me preocupo mais não em seguir uma estrutura narrativa. Eu me preocupo mais com o gênero da história e sigo por aí, e daí eu começo. Na vida eu gosto de seguir regras (é bom que existam regras para a organização do mundo e boa convivência), mas na escrita eu não gosto muito, não. E depois, a estrutura dos três atos é a mais comum e utilizada, não é? Eu uso sem nem pensar que estou usando e sai de forma natural, como se não existisse ou eu não tivesse conhecimento.
Então respondendo à sua pergunta, é a dos três atos, mas é só. Começo, meio e fim nos meus livros sempre.
Obrigada pela visita e comentário. Pela felicitação. Volte sempre.
Bom domingo! 💐🎈