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quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

Mélanie de Jesus dos Santos versus Kaylia Nemour.

Brasil.
Quinta-feira, 04 de dezembro de 2025.
05:00 da tarde.

No mundo da ginástica artística enquanto a ginasta Mélanie de Jesus dos Santos está padecendo com a falta de patrocínio, a ginasta Kaylia Nemour vive a sua glória e colhe os frutos de ter sido bem-sucedida na última Olimpíada, a de Paris em 2024, por ter 'se classificado para a final das barras assimétricas em primeiro lugar, bem como para a final geral. Durante a final do individual geral, Kaylia marcou 55.899 e terminou em quinto lugar na competição, a colocação mais alta para uma ginasta africana em uma final geral olímpica. Durante a final das barras assimétricas, ela obteve uma pontuação de 15.700 para ganhar a medalha de ouro à frente de Qiu Qiyuan e Sunisa Lee. Ao fazê-lo, ela se tornou a primeira ginasta e muulher do continente africano a ganhar uma medalha de ouro olímpica na ginástica, bem como uma medalha olímpica de qualquer cor na ginástica.' - Fonte: Wikipédia - Kaylia Nemour.

“Sem o apoio financeiro de marcas a ginasta francesa Melanie De Jesus Dos Santos revela uma realidade um pouco dura que seguiu após os Jogos de Paris 2024. Em entrevista à RTL, a ginasta de 25 anos afirma se sentir “abandonada” pelos patrocinadores e pela Federação Francesa de Ginástica.
“Hoje, não tenho nada!”, antecipou a atleta. Após um período afastada das competições desde os Jogos Olímpicos de Paris 2024, a ginasta francesa falou sobre a situação precária que enfrentará quando seus contratos de patrocínio terminarem. Relutantemente, depois de um período difícil, ela retornou à ginástica.
“Bem, não exatamente nada, mas é diferente de antes das Olimpíadas. Antes dos Jogos, eu tinha a sorte de contar com um excelente apoio. Eu era patrocinada pela Dior, LVMH, Adidas e Venus. Tinha muito apoio. Depois dos Jogos, era esperado que alguns contratos terminassem. Você se sente um pouco sozinha, como se não tivesse mais apoio. Você se sente abandonada, passa de tudo para nada.”, relatou Melanie.
As críticas da atleta vão muito além da simples ausência de patrocínio. Ela destaca que “não dá para viver só de ginástica. ” Hoje moro com meus pais, graças a Deus. Não tenho condições de alugar um apartamento agora. Atualmente, trabalho para o Crégym (Comitê Regional de Ginástica da Martinica), então tenho um contrato de trabalho e ganho a vida.”, explicou.
Melanie de Jesus dos Santos optou por fazer uma pausa na sua carreira desportiva para preservar a sua saúde mental, devido à preparação intensa para os Jogos e à decepção após a sua participação. “Mesmo que eu não quisesse voltar para a ginástica, o que eu faria? Não conheço o mundo do trabalho, nunca trabalhei. Nunca me senti uma pessoa normal. Quando você é atleta, você não é normal. Não sei do que gosto e não sei que tipo de trabalho quero ter, então talvez eu tenha que me forçar a voltar para a ginástica porque é a única coisa que sei fazer.”, acrescentou ela à RTL.” - Gym Blog Brazil no Instagram.

"Mon livre sort aujourd’hui et je suis tellement fière de pouvoir enfin partager mon histoire avec vous
J’y ai mis mon coeur, mes souvenirs, mes blessures, mes victoires.
Vous verrez ce qu’il y a derrière une médaille, derrière un sourire, derrière les podiums…
J’ai traversé des moments incroyables mais aussi des chutes qui m’ont appris à me relever.
Et aujourd’hui je suis championne olympique et championne du monde à 18 ans, première femme africaine à décrocher ce titre... et ça me paraît encore fou !
Rien de tout ça n’aurait été possible sans ma famille, mon équipe, et vous qui me soutenez depuis le début.
Merci infiniment,
Je vous aime fort 💛" Tradução: "Meu livro foi lançado hoje e estou muito orgulhosa de finalmente compartilhar minha história com vocês.
Coloquei meu coração nele, compartilhando minhas memórias, minhas lesões e minhas vitórias.
Vocês verão o que se esconde por trás de uma medalha, por trás de um sorriso, por trás dos pódios…
Vivi momentos incríveis, mas também contratempos que me ensinaram a me reerguer.
E hoje, aos 18 anos, sou campeã olímpica e mundial, a primeira mulher africana a conquistar esse título… e ainda parece inacreditável!
Nada disso teria sido possível sem minha família, minha equipe e todos vocês que me apoiaram desde o início.
Muito obrigada, amo muito vocês 💛" - Kaylia Nemour no Instagram.

Mas por que do contraste entre as duas estrelas?
Kaylia Nemour é uma ginasta campeã de cidadania francesa e argelina por seu pai ser natural da Argélia, um país na África, nascida e criada na França em 30 de dezembro de 2006. Para as Olimpíadas ela tentou treinar e competir pelo time francês, pelo qual foi rejeitada, não desistindo então de seguir seu sonho e optando por competir pela bandeira do país de seu pai, a Argélia, alcançando a fama, a glória, o sabor da vitória e conquistando uma medalha de ouro e a primeira medalha de ouro, aos 17 anos de idade, como ginasta para o país africano, deixando a França de queixo caído por ter perdido tão potencial atleta. ✨ Hoje ela está lançando o seu primeiro livro, intitulado, originalmente em francês, L'ombre de L'orA Sombra do Ouro. E a Mélanie de Jesus dos Santos é uma atleta (também campeã) francesa com raiz paterna brasileira nascida em 05 de março de 2000, que competiu pelo time francês na mesma Olimpíada de Paris que a Kaylia em 2024, não conquistando nenhuma medalha.
Apesar de ter raíz africana, Kaylia Nemour é branca e apesar de francesa Mélanie de Jesus dos Santos é negra, embora Kaylia também tenha a sua história de sofrimento até alcançar o sucesso e a fama. Estamos falando de racismo no mundo do atletismo, da ginástica artística, e precisamos falar sobre isso também.

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segunda-feira, 19 de maio de 2025

Júlia Coutinho conquistou medalha de ouro na final da Copa do Mundo de Ginástica Artística em Koper.

🥇🇧🇷

Brasil.
Segunda-feira, 19 de maio de 2025.
07:00 da noite.

A ginasta Júlia Coutinho faturou a medalha de ouro por sua apresentação no solo na final da Copa do Mundo de Ginástica Artística em Koper, na Eslovênia, e subiu no lugar mais alto do pódio com a nota 13.100! 💚💛 Ela se apresentou ao som da música Maria Maria, de Milton Nascimento e Fernando Brant, que conhecemos também na voz de Elis Regina, um pouco instrumental, um pouco na voz da Elis.
Sem dúvidas, ainda ouviremos muito falarem nessa menina, atleta e artista que tem apenas 15 anos de idade e já brilha muito! ✨


Pra quem quiser somar na lista de fãs dela no Instagram, acompanhar e se encantar com seus feitos e suas conquistas:
@julia.coutinho.2018!

Outros atletas de uma nova geração da ginástica também faturaram medalhas para o Brasil. No total foram 7 medalhas, sendo 2 de ouro, 3 de prata e 2 de bronze. 🥇🥈🥉
Além da medalha de ouro de Júlia Coutinho, o Brasil também ganhou outra medalha de ouro com o ginasta Lucas Bittencourt, na barra fixa masculina, prata com a ginasta Gabriela Barbosa na final do solo feminino, que dividiu o pódio com Júlia Coutinho, prata com Patrick Sampaio/Corrêa, também na barra fixa masculina e que também dividiu o pódio com Lucas Bittencourt e bronze com Gabriela Bouças na trave feminina. Anteontem, sábado, Gabriela Barbosa já havia ganhado prata e Gabriela Bouças, bronze, nas barras assimétricas, também dividindo, ambas, o mesmo pódio.
O time brasileiro participou das competições sem suas duas principais atletas e estrelas atuais, Rebeca Andrade e Flávia Saraiva, que seguem treinando intensamente aqui no Brasil.
A próxima temporada da Copa do Mundo de Ginástica Artística acontecerá entre os dias 18 e 21 de junho, em Tashkent, no Uzbequistão.
Vamos conhecer e acompanhar nas redes os outros atletas também, todos merecem esse agrado e carinho pelo esforço e arte que desempenham. 🙂 A Júlia eu já conhecia e acompanho pelo Instagram há cerca de 2 ou 3 anos e o post era dedicado a falar somente sobre a vitória dela, mas não tem como não falar dos outros brasileiros que conquistaram medalhas também nesse fim de semana de esporte e arte na Eslovênia.



Assistam aqui a apresentação da Júlia e o momento da execução do nosso lindo Hino Nacional Brasileiro (eu ouvi e reouvi muitas vezes (até porque o vídeo quando chega ao final fica voltando sozinho, automaticamente, pro começo!)! Que coisa linda! Que momento lindo e emocionante! E que som! Que execução! Que orquestra! 🎧🎼🎵🎶) após ela e Gabriela Barbosa conquistarem suas respectivas medalhas se vocês perderam:
Apresentação da Júlia: Ministério do Esporte.

Mais informações:


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quinta-feira, 15 de agosto de 2024

Isso sim é racismo e não está certo!

Brasil.
Quinta-feira, 15 de agosto de 2024.
04:45 da tarde.

Após perder a medalha de bronze, a atleta estadunidense Jordan Chiles disse que depois do embate judicial sobre quem deveria ficar com a medalha ela tem sofrido ataques racistas em suas redes sociais.
“(...) Para aumentar a tristeza, os ataques espontâneos de motivação racial nas redes sociais são errados e extremamente prejudiciais. Dediquei todo o meu coração e alma a este esporte e tenho muito orgulho em representar a minha cultura e o meu país. Nunca vacilarei nos meus valores de competir com integridade, lutar pela excelência, defender os valores do espírito esportivo e as regras que ditam a justiça. Tenho orgulho de torcer por todos, independentemente do time ou país. Encontrar a alegria novamente foi uma mudança cultural e adoro ver outras pessoas abraçando isso. (...)” – Contou ela na carta que publicou.

Lembrando que as três atletas envolvidas no caso foram atacadas nesse sentido e que não é certo fazer isso com nenhuma das três. São meninas, jovens mulheres, que podem sofrer muito com cada ataque proferido e sabe-se lá o que isso pode despertar e afetar em cada uma delas. Eu estou convencida de que o melhor é semear, enviar e espalhar palavras boas, de afeto e incentivo às boas coisas e práticas, aos bons hábitos! E eu aprendi isso errando. ⭐⭐⭐⭐⭐
⭐⭐⭐⭐⭐

Para ler a carta completa da atleta em português:

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terça-feira, 13 de agosto de 2024

Olimpíadas de Paris 2024.

Brasil.
Terça-feira, 13 de agosto de 2024.
10:00 da manhã.


Então as Olimpíadas de Paris chegaram ao fim antes de ontem.  E eu acompanhei as Olimpíadas quase que do início ao fim. Eu perdi a abertura (mas depois vi pedaços dela no YouTube, a linda e emocionante apresentação da Celine Dion, o acendimento da pira olímpica...!) e os primeiros dias de jogos, como eu comecei falando nesse post de ontem, porque eu estou sem tevê em casa, mas depois consegui entrar no ritmo da rotina e assisti até o fim, porque descobri um canal no YouTube que conseguiu comprar os direitos de transmissão e transmitiu muito dos Jogos Olimpícos, a CazéTV, e acompanhei algumas disputas, as minhas preferidas, que são a ginástica artística feminina e o vôlei de praia e de quadra masculinos e femininos, mas vi outras disputas também, vi surf, vi judô, boxe, atletismo... As minhas duplas preferidas no vôlei de praia foram o Arthur e o Evandro e a Duda e a Ana Patrícia, desde as Olimpíadas passadas, em Tóquio; acho que assisti a todos os jogos das duas duplas, que estavam vindo invictas nos jogos, exceto a partida que eliminou a dupla masculina, porque naquele dia eu fiquei sem energia elétrica em casa, mas torci mesmo para a Duda e a Ana Patrícia, que eu lembro que passou mal em um jogo nas Olimpíadas passadas por causa do calor e talvez isso pode ter atrapalhado um pouco o rendimento dela no seguimento das disputas, então acho que foi bem merecido elas terem conseguido chegar até a final agora nessas Olimpíadas e ganhado a tão cobiçada medalha de ouro.
Nessas Olimpíadas o Brasil terminou em vigésimo lugar na lista, com 20 medalhas no total, sendo 10 de bronze 🥉, 7 de prata 🥈 e 3 de ouro 🥇. É que a medalha de ouro é que dita a posição na lista, quanto mais medalhas de ouro um país tiver mais ele sobe na lista e na posição; mas se fossem levadas em consideração as medalhas totais o Brasil teria ficado mais ou menos em 12° lugar.
Eu gosto muito das Olimpíadas, pra mim é o encontro do mundo, apesar de nem todos os países do mundo estarem presentes competindo de igual para igual, e a celebração multicultural e uma das coisas que eu mais gostei nessa edição foi o enfoque que o canal da CazéTV deu às redes sociais dos atletas, à divulgação delas, o movimento que os comentaristas nas bancadas fizeram em favor dos atletas para que o público que estava assistindo aos jogos ali pelo canal seguissem os atletas no Instagram, com o intuito de que sejam mais valorizados e consigam mais visibilidade e patrocínios, contratos publicitários em seus perfis pessoais, o que levou vários deles a atingirem mais de um milhão de seguidores.


Esse é um ato que eu já faço por mim mesma acho que desde as Olimpíadas do Rio, em 2016, quando eu comecei a acompanhar de fato as Olimpíadas, porque antes eu estudava e não podia assistir, eu só ouvia falar, tinha notícias de que estavam acontecendo, como as Olimpíadas de 2004, em Atenas, e a de 2008, em Pequim, e via pedaços de imagens em reportagens nos telejornais, ou desde as Olimpíadas de Inverno de 2018. Eu sempre acabo seguindo alguns atletas e sempre me volto mais para os atletas negros porque são sempre os mais marginalizados e menos seguidos. Se uma Rebeca Andrade e uma Simone Biles são bem tratadas, seguidas e são destaque é porque elas têm muito a oferecer, têm oferecido muito, mas são exceção da exceção. Nessas Olimpíadas não foi diferente e eu segui alguns que eu quis seguir por espontânea vontade e gosto próprio e alguns que o pessoal da CazéTV pediu para seguir. Alguns já tinham mais de um milhão de seguidores e eu quis seguir mesmo assim porque naquele momento de Olimpíadas a emoção bateu forte e eu me senti tocada, pelos jogos, pelo movimento, pelos atletas. Alguns, porém, mesmo com o movimento pra seguir os atletas não conseguiram atingir um milhão de seguidores, alguns não conseguiram atingir sequer meio milhão, mas quem sabe na próxima edição das Olimpíadas ou até a lá, né?! Alguns eu já seguia no facebook, mas dessa vez segui todos os que eu segui apenas no Instagram, pois o Instagram, né?!, é a vitrine do momento. Esse meu ato não significa que eu vou seguir todos pertpetuamente, mas só até alcançarem pelo menos um milhão, alguns estão perto, acho um milhão um bom encaminhamento, é que a união faz a força, mas há alguns com os quais eu não me identifico, mas gostaria de somar nessa força. E foram esses os que eu segui.:






















Segui até a mãe da Duda, que eu vi comentando num post da atleta.




A Dayane dos Santos, a Rebeca Andrade, que eu já seguia no facebook, a Flávia Saraiva, seguia também no facebook, a Jade Barbosa, que comecei a seguir agora, a Rayssa Leal, que eu também seguia no facebook desde Tóquio, e o Gabriel Medina, que eu comecei a seguir agora, acho que eu nem preciso falar e indicar aqui, porque já são muito seguidos, já são famosos e não precisam de ajuda. A Tatiana Weston-Webb e a Júlia Soares também já estão bem encaminhadas com a campanha que a CazéTV fez pra elas e com o desempenho delas também nas apresentações do surf e da ginástica. Segui também o campeão olímpico do judô francês Teddy Riner, que acendeu a pira olímpica nas aberturas dos jogos, junto com a ex-velocista francesa Marie-José Perec.

Alguns outros que eu já seguia também.
Não a vi nessas Olimpíadas, mas a conheci no ano passado durante uma pesquisa sobre ginastas e soube que ela esteve lá, mas foi logo eliminada e não chegou à final:

A Lorrane eu já seguia no facebook.

Fernanda Garay, ex-jogadora de vôlei, que nem estava nas Olimpíadas, mas foi comentarista e eu soube que ela está, inclusive esperando um bebê, uma menina; eu já a seguia no facebook.

Jordan Thompson, do vôlei de quadra estadunidense, que eu já conhecia e já seguia acho que desde o ano passado, quando vi uma foto dela em um post de uma página de vôlei no facebook segurando um icônico ovão de Páscoa que ganhou por ter sido eleita a melhor jogadora em um partida.
Aqui a foto:


Fico me perguntando se aquilo tudo que compunha o embrulho era chocolate mesmo...! 😂😂😂

Gabrielle Gabby Douglas, ginasta ou ex-ginasta estadunidense, que nem esteve nessas Olimpíadas; eu já a seguia no facebook desde acho que as Olimpíadas do Rio, mas durante as Olimpíadas de agora passei a segui-la no Instagram.

Então é isso. Eu não vi todos e não dá pra acompanhar e seguir todo mundo, mas os que receberam um pouquinho da minha atenção nesses Jogos Olimpícos foram esses aí. Nas próximas edições tem mais! 📺⛱🏖🍹😎🤸🏾‍♀️🤼🏽‍♀️🏐🎯🏄🏾‍♂️🥊🥋🏓🎾🏉🏈⚾️⚽️🏀🥇🥈🥉🇧🇷🎉💐🎈🎀✨
E o espírito olimpíco continua, porque vai começar as Paralimpíadas, mas eu não vou poder assistir, porque agora preciso e vou cuidar um pouco da minha vida, seguir na luta pelos meus sonhos também, e a CazéTV não vai transmitir, porque não tem os direitos de transmissão, mas quem puder assista para valorizar os atletas paralímpicos também, que também são muito marginalizados, a começar pelo pouco espaço de transmissão e de visibilidade que os Jogos Paralímpicos têm na mídia. 😕😓
Dos atletas paralímpicos eu lembro que eu seguia o nadador Daniel Dias, que de vez em quando dá dicas de leituras, e a judoca Alana Maldonado no facebook, mas agora comecei a segui-los no Instagram também, mas há muitos mais atletas paralímpicos para seguir. Conheci ambos em Olimpíadas passadas e não sei se eles estarão nessas agora.

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segunda-feira, 12 de agosto de 2024

Não foi racismo.

Brasil.
Segunda-feira, 12 de agosto de 2024.
03:00 da tarde.


Acompanhei as Olimpíadas quase que do início ao fim. Eu perdi a abertura (mas depois vi pedaços dela no YouTube, a linda e emocionante apresentação da Celine Dion, o acendimento da pira olímpica...!) e os primeiros dias de jogos e vou explicar por que em um próximo post, mas depois consegui entrar no ritmo da rotina e acompanhei algumas disputas, as minhas preferidas, que são a ginástica artística feminina e o vôlei de praia e de quadra masculinos e femininos. Vi no dia da disputa final da ginástica artística da trave e do solo, em que a estadunidense Jordan Chiles tinha ficado fora do pódio e a romena Ana Barbosu em terceiro lugar, conquistando a medalha de bronze, e a equipe da Jordan foi lá e reclamou as notas da atleta, que teve as notas mudadas e subiu ao pódio no lugar da romena, formado pela companheira de equipe Simone Biles, em segundo lugar, com a prata, e pela nossa brasileira Rebeca Andrade, com o ouro. Achei bonito o pódio formado pelas três com a Jordan e ainda bem que deu tempo de os fotógrafos tirarem aquelas fotos icônicas do dia em que os Estados Unidos reverenciou o Brasil! 😂😂😂...


... mas o que é certo, é certo, e que pena que a Ana não pôde ter o seu momento de curtir no pódio em seu devido lugar ao lado das outras duas vencedoras e ter o luxo de ser fotografada com a sua medalha. Não quero aqui dar palco e voz aos racistas que porventura estejam de plantão, mas não foi racismo. Não é uma questão de ser ou não racismo. O terceiro lugar no pódio já era da romena. Ela só recebeu de volta aquilo que já havia sido decidido. E essa confusão não envolveu apenas a Jordan, que é negra, e a Ana, que é branca, mas também a outra romena, Sabrina Maneca-Voinea, que também é branca, também reclamou das suas notas e também ficou fora do pódio. É claro que a decisão que colocou a Jordan no pódio também foi mudada porque gente grande se envolveu a favor das romenas, como a ex-ginasta romena Nadia Comămeci, que não concordou com o pódio inteiro e, inclusive, queria que tirassem a Simone e a Rebeca de lá, de suas respectivas posições. Mas o país da Jordan também é poderoso, tanto que até conseguiu levar a Jordan ao pódio e tanto é que eles agora recorreram da decisão de devolver a medalha entregue à Jordan Chiles. Vamos ver até onde vai essa novela.

Com o problema corrigido, a ginasta Ana Barbosu se pronunciou na internet:
"Sabrina, Jordan, meus pensamentos estão com vocês. Eu sei como vocês estão se sentindo, porque eu passei por isso, mas eu sei que vocês voltarão mais fortes. Espero do fundo do meu coração que nas próximas Olimpíadas nós três possamos compartilhar o mesmo pódio. Esse é o meu verdadeiro sonho!". – Fonte: Revista Caras.


Quem sabe, né?! Nas Olimpíadas tudo pode acontecer! Seria incrível! 😍



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quarta-feira, 26 de outubro de 2022

Atletas revelados nas Olimpíadas.

Brasil.
Quarta-feira, 26 de outubro de 2022.
08:00 da manhã.

Durante as Olimpíadas eu sempre fico de olho em novos atletas ainda desconhecidos para mim, anotando e guardando os nomes deles para conhecê-los um pouco mais, a acompanhá-los, apoiá-los, dar-lhes uma força por segui-los em suas redes sociais depois, e principalmente atletas negros, porque eu sou negra e devo ajudar o meu povo e semelhantes, e do meu país, é claro, mas também de outras raças, culturas e países, homens e mulheres. Sempre tem alguém que me cativa e conquista a minha atenção, admiração, despertam o meu amor, a minha compaixão. Porque a vida dos atletas também  é muito dura, muito difícil. É quase tão difícil quanto a vida dos escritores, dos capistas e ilustradores de livros, com certeza até pior, porque eles se machucam, precisam passar por cirurgias, as dores que sofrem não são só emocionais e psicológicas, mas físicas também, muitas vezes até incapacitando-os de continuarem realizando seu sonho de serem atletas e estarem ali praticando o atletismo nos campeonatos e Olimpíadas, precisam de patrocínios, muitos são de origem humilde e são pobres.
Não dá pra conhecer e guardar o nome de todos, mas esses são os nomes de alguns atletas que eu conheci e com os quais eu simpatizei ao assistir pela tevê no ano passado as Olimpíadas de Tóquio.
Atletas Tóquio 2020/2021.
Francisco Barreto Júnior, ginasta brasileiro;
Gabriela Chibana, do judô brasileiro;
Duda, do vôlei de praia brasileiro;
Jordan Chiles, ginasta estadunidense;
Gaudencia Makokha, do Quênia;
Khadambi, do Quênia;
Rebbeca Silva e Ana Patrícia, do vôlei de praia brasileiro;
Ana Tátila e Pepê Gonçalves, da canoagem brasileira;
Keno Machado, do boxe brasileiro;
Marcos de Almeida, da flecha brasileira;
Maria Portela, judoca portuguesa;
Maria Suelen Altheman, judoca brasileira;
Romane Dicko, judoca francesa.

Outros atletas que eu conheci em anos anteriores de Olimpíadas normais, Olimpíadas de Inverno e Paralimpíadas também e que passei a segui-los em suas redes sociais, a conhecê-los um pouquinho e a acompanhar suas vidas e carreiras são (muitos foram a partir das Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro, que foi quando eu passei a acompanhar mais e melhor as Olimpíadas e a conhecer os atletas que nelas competem e competiram):
A judoca brasileira Rafaela Silva, a ginasta indiana Dipa Karmakar; a judoca portuguesa Telma Monteiro; o boxeador brasileiro e baiano Robson Conceição; a ginasta estadunidense Gabrielle Douglas (gosto muito da Gabby Douglas!); as ginastas gêmeas russas Dina e Arina Averina (a minha favorita entre as duas irmãs é a Dina!); a patinadora estadunidense Isadora Williams, filha de pai estadunidense e mãe brasileira, que competiu pelo Brasil primeira e unicamente nas Olimpíadas de Inverno de 2018, mas que, tão jovem, já se aposentou por sentir muitas dores nos pés e por falta de patrocínio também para os treinos, Isaquías Queiroz, da canoagem brasileira, o saltador com vara brasileiro Tiago Braz (sou bem fã!) a judoca paralímpica brasileira Alana Maldonado, o nadador paralímpico brasileiro Daniel Silva, a judoca brasileira Mayra Aguiar. Flávia Saraiva e Rebeca Andrade eu não preciso nem falar, que acho que eu sigo as duas desde a Rio 2016! Mas essas já são queridinhas do público há muito tempo! A Rebeca, principalmente agora que conquistou e tem conquistado medalhas de ouro e de prata! Todo mundo quer paparicar depois da vitória de uma pessoa! A Flávia, desde que surgiu na tevê, com seu jeito pueril, mesmo  quando ainda era criança, ainda não competia pelo Brasil e era só uma promessa para a seleção brasileira e para a Rio 2016 e já encantava. Isso lá em 2009, 10, 11. Mas através delas, eu acho, eu passei a seguir a Lorrane dos Santos, ginasta brasileira, mas que já tinha visto durante as competições acho que de 2018, talvez até as de 2016, pela tevê. Thaís Fidélis, Carolyne Pedro, Alexandra RaismanMadidon KocianSunisa LeeLaurie HernandezMcKayla MaroneyMyKayla SkinnerJade Carey, Grace McCallum (as meninas da seleção estadunidense de ginástica artística). Entre outros que eu irei acrescentando aqui à lista conforme eu for me lembrando.
São pessoas que eu não conheço, não sei quem são, nem como se comportam em suas vidas, mas eu gostaria de conhecer e torcer por elas.


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